quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

09 - 29-12-011 - Pres Dutra-MA - Canindé-CE


                Pessoal, hoje vamos mudar a linha editorial do blog, nosso jornalista mor está querendo mudar as histórias, estórias e mentiras da viagem.

                Depois daquele jantar 5 estrelas que tivemos na noite anterior, conforme foto num lugar chique como vcs viram, partimos de Presidente Dutra -  MA as 8H04.

                Prevemos que depois que passar por tudo aquilo na transamazônica, fazendo jus ao nome do projeto , Asfalto, Poeira e Lama – pois temos todas essas adversidades em pequenos trechos da Trans – só íamos enfrentar Asfalto, só que nos enganamos, ao terminar o Maranhão pegamos mais 102,9 Km de poeira. A saudade que a Trans deixou era grande. Logo a foto mostra o que é respirar, engolir, e tudo mais poeira.

Trecho de poeira no Maranhão


                Depois entramos no magnífico Piauí, com o primeiro abastecimento do dia, ainda engolindo e cuspindo poeira
                Aí veio o tédio do Asfalto, 598,3 Km de puro tédio. Para não ficar sem emoção total Lula esqueceu que aquele tombinho que ele levou em Fordlândia tinha quebrado o apoio do pé do passageiro e quis ficar em pé, daí quase outro tombinho, mas a agilidade do atleta da academia não deixou acontecer o pior.

O Roberto parou para conferir a rota, pois o município Piripiri, grande cidade do estado do Piauí não estava no roteiro. Quando ele parou, vimos que estava pingando óleo no pneu aí veio aquele pensamento – que droga outra moto quebrada – só que deixa que era um óleo que ele trazia de reserva – vejam na foto a alegria depois da constatação. Mesmo sob um sol escaldante, era 13:30, no Piaui.

Depois desse episódio, mais asfalto e tédio – essa hora gente não tem posição boa, vira-se para um lado, para outro, fica-se em pé, deita-se, ficamos em pé sobre o banco, de cabeça para baixo etc,  mas nada mesmo fica bom.

Depois de muito perguntar o trajeto, parar e perguntar umas 358 vezes ainda erramos o caminho inicialmente planejado, só que de presente ganhamos essa vista maravilhosa

                Aí veio a preocupação se chegávamos ainda a dia em Canindé – CE – tínhamos que parar de todo jeito aqui pois Roberto estava cheio de promessas para pagar -  nem sei o que ele pediu tanto aos santos – e tivemos que andar uns quarenta minutos a noite.

Imaginem, depois de 11 horas de moto sem uma parada longa, só os abastecimentos chegamos em Canindé – CE as 18H57.

Estávamos tão cansados,  que nem batemos as fotos da chegada e ainda depois de parar em vários hoteis que não tinham ar-condicionado e encontrar um, graças as promessas alcançadas do Roberto.

Nesse momento – da foto – estamos tomando uma cerva que ninguém é de ferro e só tomando umas para aguentar esse projeto.


                Gente, estou bege, hoje faz uma semana -7 dias de quinta a quinta – que estamos nesse rojão, ou seja, acordar às 5 da manhã e andar umas 10 horas de moto, cansa mas é muito, muito bom. Já estamos, inclusive, projetando a próxima.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

08 - 28-12-011 - Marabá-PA - Pres Dutra-MA

Com roupas lavadas, esses agasalhos pra moto ficam com uma inhaca forte de suor, mandamos lavar todos no hotel e saimos às 8 horas, numa moral que é uma onda;

Agora vamos pegar asfalto, cruzamos o rio Araguaia, nos perdemos no caminho, deixamos de entrar numa cidade o que aumentou um pouco nosso percurso, entramos para Axixá, ai saimos da transamazônica, fiquei chateado, mas a próxima viagem será de ponta a ponta.




Para quem deseja fazer grandes vigens de moto andar nos asfalto é chato mesmo, tedioso e cansativo, e muito mais perigos que na floresta, passamos por vários apertos devido a utrapassagnes, mas até o momento não teremos que mandar nenhum corpo.

Saimos do Pará, é grnade mesmo teria que ser dividido, passamos pelo Tocantins, entramos no Maranhão e agora estamos em Presidente Dutra - MA.

Fomos jantar na rua, literamente, o "restaurante" fica na rua mesmo, e a atendente é uma graça, em pé de camisa amarela. A filha estava esperando um ônobis clandestino para ir a São Paulo, onde mora. No fundo da foto vemos um ônibus clandestino. Pagamos R$ 7,00 num PF.

Amanhã pretendemos dormis em Canindé - CE, se continuar assim estaremos em Natal na sexta.
Valeu.

07 - 27-12-011 - Anapu - Bom Jardim - Marabá


Saimos de Anapu às 8h 30 min. UM pouco de chuva e a estrada escorregando muito.

Tem sabão de coco, de pedra, em pó, pois saibam que tem sabão de barro, pois a estrada escorregava como sabão. Havia trechos de andarmos a 7 km/h, passamos uma hora para fazer 18 km, caminhão que escorregou no acostamento, aliás não há acostamento, ai o pessoal espera mesmo.

















Passamos em Bom Jardim para comer uma galinha caipira, oferta do pai do Mauro, mas como a comunicação é ruim ele havia saído para ir receber a aposentadoria, uma vila bem pequena. Um registro da turma que nos recepicionou, só um detalhe lá tem serviço de mototáxi, que é bem comujm no Pará. 


Vai me marcar muito pois foi  próximo a ela que levei um tombo, e não tinha ninguém para ajudar a levantar a moto, o barato é que enquanto eu caia via Ronaldo se afastando, por sorte um senhor num uno que me viu no chão ajudou a levantar a moto, pouco tempo depois Ronaldo chegou, pena que não registrei, mas é que a moral fica muito baixa quando caimos.

Passamos uma uma terra indígena.

Passamos em Bom Jardim para comer uma galinha caipira, oferta do pai do Mauro, mas como a comunicação é ruim ele havia saído para ir receber a aposentadoria, uma vila bem pequena. Um registro da turma que nos recepicionou, só um detalhe lá tem serviço de mototáxi, que é bem comujm no Pará.

Um registro dos problemas na estrada, o caminhão havia acabado de tombar, o que está de costa é o motorista.

Chegamos em Marabá-PA, e fomos consertar o disco de freio da moto de Lula e o retentor que havia estourado novamente. Vejam que tecnologia para desempenar um disco de freio, na autorizada da honda não havia a peça.



Resolvemos ficar em Marabá, aqui curtimos e enchemos a cara mesmo, acompanhado de um típico tacacá paraense.
Amanhã seguimos para Tocantins e Maranhão.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

06 - 26-12-011 - Uruará - Anapu

TÁ MUITO LENTO, NÃO VOU CONSEGUIR COLOCAR AS FOTOS,MAS SEGUE O RELATO. MUITA POEIRA E EMOÇÕES


Saimos de Uruará às 8 horas, Lula foi comprar o retrovisor que havia quebrado no tombo em FORDLÂNDIA, aproveitamos e regulamos as correntes, na oficina o macânico não quis cobrar, mas demos a grana para a cerveja, é sagrado.


Em  Medicilândia paramos para Lula tirar a atadura do tornozelo, machucado no tombo.



Foi uma parada providencial, pois identificamnos que o retentor da bemgala esquerda das motos haviam estourados, vamos reparar em Altamira. Enquanto Lula cuida da moto deles, que estava com o aro impenado, pois é Lula também impenou o aro, mas o dianteiro. Voltando ao assunto!!! Enquanto trocava o aro fomos passear no mercado de altamira.

Aqui em Altamira não aguentamos e caimos, segue uma amostra da queda.



Entre medicilândia e Altamira temos 35 Km de asfalto, é um paraíso depois de dois dias só de poeira e porradas nos buracos e pedras.

Conseguimos resolver as panes às 2 horas, meu aro também estava empenado, aliás da moto, mas só consertava na máquina, êta aro duro, que teria que esperar para amanhã, dia 27/12, resolvi seguir assim mesmo. O disco de freio dianteiro da moto de Lula também lascou, mas não encontramos um novo, seguimos assim mesmo, para atravessar o rio Xingu. Onde estão fazendo a usina de Belo Monte.




Paramos em Anapu, infelizmente a referência é a morte da missionária Doroty, em briga com os fazendeiro. Como o mundo é pequeno pra caramba, parafraseando Chico Cezar, o dono do hotel morou em Natal.



Naturalmente fomos relaxar no final de um dia com muita poeira, chuva e um pouco de asfalto, 60 Km de Altamira à travessia do Xingu.


Agora está um roncadeiro dentro do quarto enquanto estou aqui terminando esse breve relato. Depois continuo, em outro ponto da transamazônica.

25/12/2011 - FORDLÂNDIA

Dia 25/12/2011, que dia de natal mais invocado, vivemos uma experiência que, confesso, não esperava!!! Fui a Fordlândia.

Saimos do Trairão às 9 horas, Ronaldo teve que consertar o aro traseiro. Isso mesmo o gordo estava com o aro traseiro, da moto, com problemas havia quebrado um raio.

Na frente do maravilhoso hotel que ficamos, o de amarelo é o Antônio Neto, dono do hotel, o café da manhã tinha café, pão, leite, manteiga, bolo e pudim, pagamos R$ 50,00 na diária, com banheiro coletivo.



Fomos para Fordlândia. Aqui quero fazer uma referência, essa cidade foi fundada por Ford para explorar a borracha, procurem no google, é uma parte da história do Brasil que pouco se conhece, mas que nos encanta.

Li uma revista da Biblioteca nacional, a qual assinei por dois anos, recomendo, nessa revista tinha um dossiê sobre Fordlândia, fiquei com essa ideia na cabeça de conhecer, maravilhosa surpresa, estou em Fordlândia, saimos 48 Km da Transamazônica.

Vejam uma amostra da infra que foi montada no meio da Amazônia, uma caixa d'água trazida dos EUA, quem vem acompanhando vê a semalhança com Belterra.

Isso aqui é uma onda, uma completa cidade montada para produzir borracha, mas não rolou, leiam a história!!!

Paramos para tomar uma cerveja em, encontramos uma receptividade fantástica, essa família iria doar picolé para as criança em homengem ao natal, Ronaldo contribuiu com uma grana para ajudar, nos serviram uma tira gosto, maravilhoso, vou voltar aqui um dia, esse pessoal tem que explorar o turismo.




Na volta temos as emoções que o barro nos promete, pegamos chuva ai, a roda trava por causa do barro, e acontecem os tombos, os caras que projetaram essa Ténéré podiam tirar o traseiro gordo da cadeira e andar na moto, especialmente no barro, assim sentiriam o problema que é um para-lamas desse.




O tombo de Lula foi o segundo, mais na frente Ronaldo também tomba, mas não temos registros, futuramente chegará minha hora.

Foi uma emoção fantástica para os três termos ido a Fordlândia, leiam o livro com o mesmo nome. Um barato.



Seguimos para Uruará, chegamos às 7 h 30 min., tivemos que guiar a noite, ruim mas valeu mesmo, ficamos num bom hotel, R$ 90,00 para os três, e como é sagrado fomos relaxar.



Amanhã seguimos em direção a Marabá.

24/12/2011 - Encontro emTrairão

Depois de dois dias voltamos aos relatos

Sai de Alter do Chão às 8h 30min., fui por Belterra em direção a Rirópolis, 230 Km, sendo 120 de asfalto, o restante estão trabalhando para asfaltar, mas da forma que fica o barro vira um sabão, espero que na próxima viagem já possa passar por aqui num asfalto.



Hoje mudo de ideia e prego, essa região deve se emancipar mesmo, falta a presença do estado aqui, também pudera a capital está longe e não tem nem
asfalto para chegar lá, a outra opção é o barco.

Estava esperando Lula e Ronaldo no dia seguinte, mas eles chegam a trairão, pegaram uma bom trecho de 480 km, equanto eu cerca de 320. Fomos lavar as motos
estavam uma lameira legal.

Depois Fomos relaxar.




Não há muito o que relatar aqui, pois foi um dia de muita estrada para todos, muito barro e escorregões.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Roberto Continua - Alter do Chão.

Depois de uma chegada exaustiva, o barco deixa você lascado mesmo. Paguei R$ 20,00 para tirar a moto do porão, confesso que não tive coragem de passar na prancha, olha a foto, vai que eu caio no rio, ai como iria continuar a viagem, sem contar o trabalho de: resgatar um corpo e mandar para Roraima, no entanto poderia virar comida de peixe mesmo.

Sai numa boa para Alter do Chão,  os planos iniciais era ir para Rurópolis, mas avaliei que estaria passando a 30 km desse ponto turístico e mudei de planos. Fiquei num pousada, R$ 90,00 casal e R$ 70,00 solteiro, com café da manhã.
Realmente é bem bonito mesmo, região de praia às margens do Tapajós, a coloração da água parece com o mar.

Fui a Belterra, cidade inicial da Fordlândia, para quem não sabe a Fordlândia foi um plano do Ford para produzir borracha aqui no Brasil para equipar os carros da Ford, não deu certo, mas foram montadas cidades no padrão americano, uma delas foi Belterra, vejam as algumas casas, a caixa d'água e hidrante são típicos. Há várias casas preservadas.



Como estou curtindo, ai vai um peixe frito, charutinho, parece a manjubinha que comemos com tapioca na redinha, com uma cervejinha!!!



Conversei hoje com Lula e Ronaldo, estaval em Guarantã do Norte- MT. Os planos agora é encontrá-los em Trairão-PA ou Moraes de Almeida-PA, 360 e 520 km de Alter do chão, respectivamente. Depois seguimos para Rurópolis, é bom que conheço um pedaço da estrada. Vamos lá será só curtição.

A saga dos gordinhos: segundo dia


Olá pessoal
Chegamos no segundo dia de nossa aventura por este Brasilsão.

Começamos o dia com mais uma leseira minha. Coloquei meu relógio para despertar as 5 da manhã de hoje, para arrumar as coisas e sair Até aí tudo bem, se não fosse um pequeno detalhe: o horário de Brasília é uma hora a mais do horário de Rondonópolis. Então eu acordei as 4 da manhã, pensando que era 5 da manhã, e ainda acordei Ronaldo. Só quando desci na portaria para ver o café da manhã foi que me dei conta.

Abaixo algumas fotos de nossa saída no hotel que ficamos hospedados.




Caímos na estrada por volta de 7h30min em direção a Cuiabá, e quando chegamos perto contornamos a capital para tirar em direção a Sinop, nossa primeira possível parada. A estrada estava tranquila, pouco tráfego de veículos pesados, estradas recém-reformadas, retões a perder de vista, enfim, encontramos todas as condições para fazer uma viagem tranquila e segura.

Nesse passeio todo o único registro que gostaria de enfatizar foi uma possibilidade de pane seca que tivemos.  Um trecho que não me recordo qual, onde abastecemos e ficamos de parar em Nobres, anterior a Nova Mutum, pois para chegar a Nova Mutum precisaríamos rodar cerca de 260km, e nossas motos, como todos sabem, não possui muita autonomia (elas fazem, de forma confiável, 220 a 230 km, passando disso eu entro em pânico). Ocorre que quando chegamos na altura de um municípios anterior a Nova Mutum, Ronaldo ficou lado a lado comigo e decidimos continuar. Continuamos e chegamos até o limite das nossas motos. Tanto que no abastecimento a moto de Ronaldo pegou cerca de 10,6 litros e a minha cerca de 10,1. Para motos com tanque de 12 litros, dos quais 2 são de reserva, isto é bem próximo de uma margem segura de gtolerância.
Por fim, graças a uma pista boa e a pouco tráfego na estrada, conseguimos cumprir nossa meta de chegamos a Guarantã do Norte. Foram rodados 984km em cerca de 12 horas.

Amanhã entraremos no estado do Carajás, quero dizer, no Estado do Pará. Por isso não garanto atualizar o blog amanhã, mas prometo que tentarei.

Uma saudação calorosa a todos(as) e...

VVVVVaaaaallllleeeeeuuuuu LLLLLuuuuuiiiiizzzzz

Justificando as nao noticias.

Pessoal que nos acompanham nesse projeto fantastico, tivemos um problema tecnico ontem e o jormalista que edita o projeto se atrapalhou, mas hj atualizaremos sem falta. Rapidamente ontem dormimos a 200 km de Cuiaba e hj estamos em Guaratan do Norte, ultima cidade de MT

É chegado o dia da dupla de peso cair na estrada....


Salve, salve amigos, colegas e curiosos que frequentam este blog.....

Estamos VIVOS!!!!!!!!!!!!



 Desculpem pela demora em dar notícias, mas devido a problemas técnicos com a internet, só consegui uma rede confiável hoje.

Abaixo segue um resumo do primeiro dia que eu preparei para ser publicada ontem. Daqui a pouco eu falo sobre a viagem de hoje (23/12).



Salve, salve amigos, colegas e cu

É com grande alegria e satisfação que eu e Ronaldo iniciamos nossa viagem rumo a Natal/RN. Ontem (22/12) partimos da chácara as 4h30min. E estávamos animados, como mostram as fotos abaixo...


Lula e Ronaldo
Desculpem pela qualidade das fotos, mas sabem como é: só tínhamos o celular de fácil acesso, estava chuviscando e escuro, então....

Bem, retomando, partimos da chácara as 1430min em direção a Goiânia. Na saída até pensei que a chuva que cai sobre Brasília nestes últimos dias nos daria uma trégua, mas não passou de uma ilusão. Já na saída do DF nos deparamos com névoa, chuva e carros de farol alto na nossa cara.

Confesso que inicialmente fiquei com medo, porque logo na primeira curva (na altura da antiga curva da morte)  eu quase que sobrava e me somava as estatísticas de morte no trânsito. Depois do susto, prudência e perseverança.

Foi com chuva que saimos do DF, foi com chuva que chegamos a Goiás. E definitivamente não era meu dia mesmo, porque na tentativa de chegar a BR-060 para ir em direção a Cuiabá, eu atrapalhei Ronaldo e passamos direto da entrada. Literalmente coloquei ele no mau caminho.

Passado este vacilo, retornamos e entramos no anel viário em direção a BR-060. Quando chegamos em Abadia de Goiás fomos parados na Polícia Rodoviária. Eles interditaram a passagem da 060 pois parte da pista caiu por conta das chuvas. O guarda nos orientou a contornar por Trindade, Palmeiras até voltar a 060. O problema é que a chegada para Trindade ia dar uma volta muito grande.

Voltamos a Abadia de Goiânia e pedimos orientações de como chegar em Trndade. Foi então que um cidadão nos deu uma dica de uma estrada que encurtaria e muito o caminho para Trindade. Foi aí que começou a aventura, porque esta estrada era de terra, e com o volume grande de chuva, tava lama pura.

E lá fomos nós pela estrada de lama, porque de terra não tinha nada. Tivemos que ultrapassar uns 7  carros, quase caímos, quase tombamos (teve uma ora lá que seu eu não coloco o pé no chão eu teria me lascado), tomamos banho de lama (que pena que estávamos com a roupa, afinal lama faz bem para a pele :-) ) e foi uma curtição. Eu até pensei: mal começamos e já pegamos um trecho da trasamazônica!!!!

Mas passamos numa boa e voltamos para a 060. Depois a chuva deu uma trégua e o sol até ficou ensaiando uma aparição. Porém na altura da cidade de Alto Garças, já em Mato Grosso, a chuva voltou e com força. Parecia baldes e mais baldes de água jogados em nossas cabeças ao mesmo tempo. E para agravar a situação surgiram vários caminhões. Eram muitos e enfileirados. Tanto que cada tentativa de ultrapassagem nossa se tornava um desafio a morte....

Foi então que, percebendo o perigo, Ronaldo achou por bem pararmos na cidade e pernoitarmos lá mesmo. Procuramos um hotel e quando estávamos decidindo se ficaríamos nele ou não, o tempo abril, e como estávamos a cerca de 180km de Rondonópolis, não deu outra: passamos as pernas nas motos e voltamos para a estrada.

Desta vez a viagem foi mais tranquila e chegamos logo a Rondonópolis, onde pernoitamos.

Por enquanto é isto. Em breve eu posto notícias do nosso segundo dia.

Lula

Viagem Manaus - Santarém

Nessa viagem a coisa é feia mesmo, é uma bagunça generalizada, uma superlotação escraxada no barco, veja a foto abaixo.
Estou eu ai rede, foi uma confusão para encontrar esse lugar. O barco é para 825 passageiros, porém mais de 1000, imagina se essa porra afunda!!

A saída foi no horário, 16 horas, dentro do barco vale a hora do Pará, uma a mais que Manaus.
Na jantar estava na fila pra comprar a marmita de R$ 5,00, mas como não vem talher resolvi pagar os R$ 13,00 no jantar especial, valeu a pena mesmo, o ambiente é climatizado, temos arroz, salada, feijão, macarrão, carne e frango assado. Além de suco á vontade.

Na mamita é feijão, arroz, farofa e frango atropelado!!!

Para o café da manhã, por R$ 5,00, temos melão, mamão, abacaxi, melancia, presunto, queijo, manteiga, pão, leite e café.

A passagem dá direito ao café grátis pela manhã, é café com leite e pão com manteiga. Vejam abaixo as fotos do refeitório especial, e do comum.



Os banheiros são um fedor só, muito sujo mesmo, infelizmente é mau cuidado e o povo é sujo também. Tentei fazer uma reclamação, por escrito, mas ninguém no barco recebeu, guardei e vou mandar, com fotos, para a ouvidoria.

Uma aventura à parte é carregar o celular, vejam a foto, à minha esquerda estão três carregadores, o meu está no bolo, o barato é que se formam filas ao redor das tomadas, há sinal de celular por quase todo o percurso.




Vou falar um pouco das escalas, paramos primeiro em Parintins, Juruti, onde desci e Óbidos, onde também desci. Aqui a polícia entrou no barco à procura de drogas, deixa que a droga maior eles não tomaram providências, isto é o Barco, de 1981!!

Chegamos às 1 hora e 30 min., estou aqui aguardando para pegar a magrela e ir para a estrada, estou aguniado.

Vou tentar dormir um pouco o café é às 6 horas. Valeu!!!