Pessoal,
hoje vamos mudar a linha editorial do blog, nosso jornalista mor está querendo
mudar as histórias, estórias e mentiras da viagem.
Depois
daquele jantar 5 estrelas que tivemos na noite anterior, conforme foto num
lugar chique como vcs viram, partimos de Presidente Dutra - MA as 8H04.
Prevemos
que depois que passar por tudo aquilo na transamazônica, fazendo jus ao nome do
projeto , Asfalto, Poeira e Lama – pois temos todas essas adversidades em
pequenos trechos da Trans – só íamos enfrentar Asfalto, só que nos enganamos,
ao terminar o Maranhão pegamos mais 102,9 Km de poeira. A saudade que a Trans
deixou era grande. Logo a foto mostra o que é respirar, engolir, e tudo mais
poeira.
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| Trecho de poeira no Maranhão |
Depois
entramos no magnífico Piauí, com o primeiro abastecimento do dia, ainda
engolindo e cuspindo poeira
Aí veio
o tédio do Asfalto, 598,3 Km de puro tédio. Para não ficar sem emoção total
Lula esqueceu que aquele tombinho que ele levou em Fordlândia tinha quebrado o
apoio do pé do passageiro e quis ficar em pé, daí quase outro tombinho, mas a
agilidade do atleta da academia não deixou acontecer o pior.
O Roberto parou para conferir a rota, pois o município Piripiri, grande cidade do estado do Piauí não estava no roteiro. Quando ele parou, vimos que estava pingando óleo no pneu aí veio aquele pensamento – que droga outra moto quebrada – só que deixa que era um óleo que ele trazia de reserva – vejam na foto a alegria depois da constatação. Mesmo sob um sol escaldante, era 13:30, no Piaui.
O Roberto parou para conferir a rota, pois o município Piripiri, grande cidade do estado do Piauí não estava no roteiro. Quando ele parou, vimos que estava pingando óleo no pneu aí veio aquele pensamento – que droga outra moto quebrada – só que deixa que era um óleo que ele trazia de reserva – vejam na foto a alegria depois da constatação. Mesmo sob um sol escaldante, era 13:30, no Piaui.
Depois
desse episódio, mais asfalto e tédio – essa hora gente não tem posição boa,
vira-se para um lado, para outro, fica-se em pé, deita-se, ficamos em pé sobre o banco, de cabeça para baixo etc, mas
nada mesmo fica bom.
Depois de muito perguntar o trajeto, parar e perguntar umas 358 vezes ainda erramos o caminho inicialmente planejado, só que de presente ganhamos essa vista maravilhosa
Depois de muito perguntar o trajeto, parar e perguntar umas 358 vezes ainda erramos o caminho inicialmente planejado, só que de presente ganhamos essa vista maravilhosa
Aí veio
a preocupação se chegávamos ainda a dia em Canindé – CE – tínhamos que parar de
todo jeito aqui pois Roberto estava cheio de promessas para pagar - nem sei o que ele pediu tanto aos santos – e
tivemos que andar uns quarenta minutos a noite.
Imaginem, depois de 11 horas de moto sem uma parada longa, só os abastecimentos chegamos em Canindé – CE as 18H57.
Estávamos tão cansados, que nem batemos as fotos da chegada e ainda depois de parar em vários hoteis que não tinham ar-condicionado e encontrar um, graças as promessas alcançadas do Roberto.
Nesse momento – da foto – estamos tomando uma cerva que ninguém é de ferro e só tomando umas para aguentar esse projeto.
Imaginem, depois de 11 horas de moto sem uma parada longa, só os abastecimentos chegamos em Canindé – CE as 18H57.
Estávamos tão cansados, que nem batemos as fotos da chegada e ainda depois de parar em vários hoteis que não tinham ar-condicionado e encontrar um, graças as promessas alcançadas do Roberto.
Nesse momento – da foto – estamos tomando uma cerva que ninguém é de ferro e só tomando umas para aguentar esse projeto.
Gente,
estou bege, hoje faz uma semana -7 dias de quinta a quinta – que estamos nesse
rojão, ou seja, acordar às 5 da manhã e andar umas 10 horas de moto, cansa mas
é muito, muito bom. Já estamos, inclusive, projetando a próxima.


