Saimos do Trairão às 9 horas, Ronaldo teve que consertar o aro traseiro. Isso mesmo o gordo estava com o aro traseiro, da moto, com problemas havia quebrado um raio.
Na frente do maravilhoso hotel que ficamos, o de amarelo é o Antônio Neto, dono do hotel, o café da manhã tinha café, pão, leite, manteiga, bolo e pudim, pagamos R$ 50,00 na diária, com banheiro coletivo.
Fomos para Fordlândia. Aqui quero fazer uma referência, essa cidade foi fundada por Ford para explorar a borracha, procurem no google, é uma parte da história do Brasil que pouco se conhece, mas que nos encanta.
Li uma revista da Biblioteca nacional, a qual assinei por dois anos, recomendo, nessa revista tinha um dossiê sobre Fordlândia, fiquei com essa ideia na cabeça de conhecer, maravilhosa surpresa, estou em Fordlândia, saimos 48 Km da Transamazônica.
Vejam uma amostra da infra que foi montada no meio da Amazônia, uma caixa d'água trazida dos EUA, quem vem acompanhando vê a semalhança com Belterra.
Isso aqui é uma onda, uma completa cidade montada para produzir borracha, mas não rolou, leiam a história!!!
Paramos para tomar uma cerveja em, encontramos uma receptividade fantástica, essa família iria doar picolé para as criança em homengem ao natal, Ronaldo contribuiu com uma grana para ajudar, nos serviram uma tira gosto, maravilhoso, vou voltar aqui um dia, esse pessoal tem que explorar o turismo.
Na volta temos as emoções que o barro nos promete, pegamos chuva ai, a roda trava por causa do barro, e acontecem os tombos, os caras que projetaram essa Ténéré podiam tirar o traseiro gordo da cadeira e andar na moto, especialmente no barro, assim sentiriam o problema que é um para-lamas desse.
O tombo de Lula foi o segundo, mais na frente Ronaldo também tomba, mas não temos registros, futuramente chegará minha hora.
Foi uma emoção fantástica para os três termos ido a Fordlândia, leiam o livro com o mesmo nome. Um barato.
Seguimos para Uruará, chegamos às 7 h 30 min., tivemos que guiar a noite, ruim mas valeu mesmo, ficamos num bom hotel, R$ 90,00 para os três, e como é sagrado fomos relaxar.
Amanhã seguimos em direção a Marabá.
Assisti a um documentário sobre a Fordlândia aqui nos EUA. Neste documentário eles entrevistaram a filha do gerente da Ford que era criança quando lá morou.
ResponderExcluirValeu seguidores, continuamos as aventuras, o próximo passo é rodar toda a transamazônica de moto.
ResponderExcluirPois é, com seríamos se os gringos tomassem conta daqui, quem sabe os chinas farão isso.
Seria possível adiquirir o documentário de Fordlândia? Há uma revista de História da Biblioteca nacional, aqui no Brasil, que tem um dossiê.
Os papa-girimum na transamazônica tá um sucesso. É melhor que o BBB. A preocupação é que os tombos do Ronaldo e do Lula aumente ainda mais os buracos na estrada. Boa viagem!
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