TÁ MUITO LENTO, NÃO VOU CONSEGUIR COLOCAR AS FOTOS,MAS SEGUE O RELATO. MUITA POEIRA E EMOÇÕES
Saimos de Uruará às 8 horas, Lula foi comprar o retrovisor que havia quebrado no tombo em FORDLÂNDIA, aproveitamos e regulamos as correntes, na oficina o macânico não quis cobrar, mas demos a grana para a cerveja, é sagrado.
Em Medicilândia paramos para Lula tirar a atadura do tornozelo, machucado no tombo.
Foi uma parada providencial, pois identificamnos que o retentor da bemgala esquerda das motos haviam estourados, vamos reparar em Altamira. Enquanto Lula cuida da moto deles, que estava com o aro impenado, pois é Lula também impenou o aro, mas o dianteiro. Voltando ao assunto!!! Enquanto trocava o aro fomos passear no mercado de altamira.
Aqui em Altamira não aguentamos e caimos, segue uma amostra da queda.
Entre medicilândia e Altamira temos 35 Km de asfalto, é um paraíso depois de dois dias só de poeira e porradas nos buracos e pedras.
Conseguimos resolver as panes às 2 horas, meu aro também estava empenado, aliás da moto, mas só consertava na máquina, êta aro duro, que teria que esperar para amanhã, dia 27/12, resolvi seguir assim mesmo. O disco de freio dianteiro da moto de Lula também lascou, mas não encontramos um novo, seguimos assim mesmo, para atravessar o rio Xingu. Onde estão fazendo a usina de Belo Monte.
Paramos em Anapu, infelizmente a referência é a morte da missionária Doroty, em briga com os fazendeiro. Como o mundo é pequeno pra caramba, parafraseando Chico Cezar, o dono do hotel morou em Natal.
Naturalmente fomos relaxar no final de um dia com muita poeira, chuva e um pouco de asfalto, 60 Km de Altamira à travessia do Xingu.
Agora está um roncadeiro dentro do quarto enquanto estou aqui terminando esse breve relato. Depois continuo, em outro ponto da transamazônica.
E ai meninos, quanta aventura.
ResponderExcluirSe cuidem.
Joselma Passos