Tem sabão de coco, de pedra, em pó, pois saibam que tem sabão de barro, pois a estrada escorregava como sabão. Havia trechos de andarmos a 7 km/h, passamos uma hora para fazer 18 km, caminhão que escorregou no acostamento, aliás não há acostamento, ai o pessoal espera mesmo.
Passamos em Bom Jardim para comer uma galinha caipira, oferta do pai do Mauro, mas como a comunicação é ruim ele havia saído para ir receber a aposentadoria, uma vila bem pequena. Um registro da turma que nos recepicionou, só um detalhe lá tem serviço de mototáxi, que é bem comujm no Pará.
Vai me marcar muito pois foi próximo a ela que levei um tombo, e não tinha ninguém para ajudar a levantar a moto, o barato é que enquanto eu caia via Ronaldo se afastando, por sorte um senhor num uno que me viu no chão ajudou a levantar a moto, pouco tempo depois Ronaldo chegou, pena que não registrei, mas é que a moral fica muito baixa quando caimos.
Passamos uma uma terra indígena.
Passamos em Bom Jardim para comer uma galinha caipira, oferta do pai do
Mauro, mas como a comunicação é ruim ele havia saído para ir receber a
aposentadoria, uma vila bem pequena. Um registro da turma que nos
recepicionou, só um detalhe lá tem serviço de mototáxi, que é bem comujm
no Pará.
Um registro dos problemas na estrada, o caminhão havia acabado de tombar, o que está de costa é o motorista.
Chegamos em Marabá-PA, e fomos consertar o disco de freio da moto de Lula e o retentor que havia estourado novamente. Vejam que tecnologia para desempenar um disco de freio, na autorizada da honda não havia a peça.
Resolvemos ficar em Marabá, aqui curtimos e enchemos a cara mesmo, acompanhado de um típico tacacá paraense.
Amanhã seguimos para Tocantins e Maranhão.
Moral baixo? Qual motociclista nunca levou uma queda? Sem contar que vocês podem dizer que levaram uma queda em um percurso de 8000 km!
ResponderExcluirAbraço,
Eduardo e Jêniffer